{"id":281,"date":"2024-10-28T16:42:07","date_gmt":"2024-10-28T19:42:07","guid":{"rendered":"https:\/\/departamentos.uel.br\/agronomia\/?p=281"},"modified":"2024-10-28T16:43:33","modified_gmt":"2024-10-28T19:43:33","slug":"projeto-quer-incentivar-plantas-ornamentais-e-estruturar-setor-produtivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/departamentos.uel.br\/agronomia\/sem-categoria\/2024\/10\/28\/projeto-quer-incentivar-plantas-ornamentais-e-estruturar-setor-produtivo\/","title":{"rendered":"Projeto quer incentivar plantas ornamentais e estruturar setor produtivo"},"content":{"rendered":"\n<p>Atuar na capacita\u00e7\u00e3o de recursos humanos e na organiza\u00e7\u00e3o do setor produtivo. Estes s\u00e3o os principais objetivos do projeto Biof\u00e1brica de Orqu\u00eddeas e Outras Ornamentais, lan\u00e7ado na Universidade Estadual de Londrina na manh\u00e3 desta sexta-feira (15). A cerim\u00f4nia de lan\u00e7amento contou com a presen\u00e7a da reitora, Marta Favaro, docentes e servidores do Centro de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias (CCA) da UEL, membros da administra\u00e7\u00e3o e representantes de institui\u00e7\u00f5es apoiadores, como a Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria e o Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel).<\/p>\n\n\n\n<p>A Biof\u00e1brica de Orqu\u00eddeas e Outras Ornamentais estar\u00e1 conectada ao Orquid\u00e1rio da UEL e ser\u00e1 coordenada pelo docente do curso de Agronomia Ricardo Faria. A partir dos esfor\u00e7os do professor e do apoio de outros servidores da UEL e da Secretaria da Ci\u00eancia, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), o projeto foi contemplado com recursos da ordem de R$ 1,5 milh\u00e3o, oriundos do Fundo Paran\u00e1\/Seti. O montante, segundo o pesquisador da UEL, \u00e9 o maior j\u00e1 recebido para o setor de floricultura na Universidade at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>O recurso, explica o professor, ser\u00e1&nbsp;investido&nbsp;na estrutura\u00e7\u00e3o de estufas para a propaga\u00e7\u00e3o&nbsp;in vitro&nbsp;de orqu\u00eddeas e outras plantas, aquisi\u00e7\u00e3o de insumos, adequa\u00e7\u00e3o dos laborat\u00f3rios e na concess\u00e3o de bolsas de estudo para at\u00e9 15 estudantes e profissionais de \u00e1reas como Agronomia, Engenharia Florestal e Marketing. Ele avalia que estes esfor\u00e7os dever\u00e3o&nbsp;capacitar o projeto e o Orquid\u00e1rio da UEL a produzirem cerca de 200 mil mudas por ano de esp\u00e9cies como Orqu\u00eddeas, Brom\u00e9lias, Helic\u00f4nias e plantas ornamentais tropicais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDetectamos que para ter uma floricultura forte aqui no Paran\u00e1 e em Londrina temos que capacitar alunos. Ent\u00e3o teremos bolsas de estudos, um laborat\u00f3rio que ser\u00e1 uma grande Biof\u00e1brica de orqu\u00eddeas, brom\u00e9lias e outras ornamentais, e, ao mesmo tempo, poderemos atender aos produtores mostrando a viabilidade da floricultura como gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Setor produtivo&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Outra frente do projeto pretende estruturar o setor produtivo da regi\u00e3o de Londrina, que conta com pequenos e grandes produtores, al\u00e9m de empreendedores em busca de conhecimento e renda.&nbsp;Dentre os mais experientes e bem estruturados na regi\u00e3o, cita Faria, est\u00e1 a&nbsp;fam\u00edlia Takemura, inserida no ramo desde meados da d\u00e9cada de 1970 e considerada a&nbsp;maior produtora de Rosas do Deserto do Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por meio de levantamentos que ser\u00e3o realizados em conjunto com a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, o grupo de trabalho quer ouvir as demandas dos produtores para saber quais s\u00e3o as potencialidades e gargalos, \u201cj\u00e1 que a floricultura precisa de um mix de produtos\u201d, diz. \u201cAssim, poderemos&nbsp;trabalhar a comercializa\u00e7\u00e3o. Precisamos fortalecer o Ceasa Flores Londrina, que \u00e9 um pr\u00f3ximo sonho nosso. Assim teremos a cadeia completa: pesquisa, capacita\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o\u201d, conclui o professor.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto tamb\u00e9m contou com o apoio do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel) por meio dos seus t\u00e9cnicos e do presidente, Alex Canziani. Durante o evento, Canziani parabenizou a iniciativa, destacando que o trabalho poder\u00e1 ajudar a transformar a cidade na \u201ccapital das orqu\u00eddeas no Paran\u00e1\u201d. \u201c\u00c9 um projeto fant\u00e1stico. Sou um entusiasta do professor Ricardo e a pr\u00f3pria Secretaria da Agricultura est\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para que possamos transformar cada vez mais a cidade em uma cidade que se desenvolve na \u00e1rea da floricultura\u201d, avalia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m estiveram presentes no encontro a assessora de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, Cristiane Cordeiro, e a diretora do CCA, In\u00eas Fonseca.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO sentimento \u00e9 de agradecimento, reconhecimento e felicidade. \u00c9 uma felicidade perceber que a ci\u00eancia produzida pelos nossos profissionais tem a possibilidade de alterar a condi\u00e7\u00e3o de vida das outras pessoas, no caso, dos pequenos agricultores. Isso faz com que a UEL atenda a uma das suas fun\u00e7\u00f5es primordiais, que \u00e9 o servi\u00e7o \u00e0 comunidade\u201d, destacou a reitora, Marta Favaro.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atuar na capacita\u00e7\u00e3o de recursos humanos e na organiza\u00e7\u00e3o do setor produtivo. Estes s\u00e3o os principais objetivos do projeto Biof\u00e1brica de Orqu\u00eddeas e Outras Ornamentais, lan\u00e7ado na Universidade Estadual de Londrina na manh\u00e3 desta sexta-feira (15). 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